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Coloquei uma camada do molho de tomate que fiz pra pizza de cogumelos. Depois, coloquei milho, palmito, azeitona, tomates picados, maçã picada (sem casca), pimentão picado, cebola, azeite e orégano. Ficou uma pizza com cara de salada rs.

Para fazer a massa de milho, substitui a farinha de trigo branca da massa comum por 2/3 de farinha de trigo e 1/3 de farinha de milho (fubá também deve dar certo).

Coloquei molho de tomate, palmito, milho, tomate, pimentão, cebola e, por cima, requeijão de maisena (receita aqui), azeite e azeitonas. Ela causa um impacto bom, porque o aspecto não distancia tanto das pizzas com queijo de origem animal.

Na pizza de tomate seco, eu coloquei uma camada de molho e, por cima, coloquei tomate seco, palmito, milho, azeitonas pretas (azapa) e manjericão. Ficou muito boa! Manjericão, alho (da massa de macarrão), tomate seco e azeitona azapa formaram uma ótima combinação. E o palmito deu uma equilibrada nos sabores fortes.

A parte de quiabo pode despertar cara feia em alguns, mas eu adoro quiabo. Coloquei uma boa camada de molho de tomate. À parte, misturei vagem e quiabo em pedaços (e crus) com batata palha e bastante cebola. Coloquei por cima da base da pizza e reguei com bastante azeite. O tempero batata, cebola e azeite ficou interessante. O quiabo ficou um pouco crocante e com um amargo bem distante.

Foi ao forno por 20 minutos.

Eu pedia muito uma pizza chamada pela pizzaria de relva (terreno coberto de erva). Ela levava cebola, palmito, brócolis (pré-cozidos), ervilha, molho de tomate e queijo. Eu retirei o queijo e inclui champignon e milho. Coloquei todos os ingredientes bem juntinhos uns dos outros. E aí está a foto dela montada, antes de assar.

Ela foi consumida rapidinho. Além disso, os ingredientes são bem nutritivos, gostosos e leves.